segunda-feira, 15 de setembro de 2014

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Transporte adequado de Pets

Olhem a matéria que saiu no site da Zero Hora! E não Esqueçam que o transporte adequado de animais não é apenas para nos livrar de multas, mas também para segurança dos nossos amiguinhos!


Aprenda a transportar seu pet com segurança

Equipamentos de segurança não são obrigatórios, mas podem evitar que o animal de estimação se machuque

10/09/2014 | 14h08
Aprenda a transportar seu pet com segurança Diego Vara/Agencia RBS
Foto: Diego Vara / Agencia RBS
O cinto de segurança que prendia Mike, um pug de um ano e três meses, o salvou de possíveis fraturas depois que sua dona, a comerciária Diana Ramos, 25 anos, capotou o carro que dirigia em Florianópolis, em Santa Catarina, no domingo. Embora autoridades fiscalizadoras defendam o uso de equipamentos de segurança para o transporte de animais de estimação, a legislação de trânsito brasileira não prevê, para os motoristas, a obrigatoriedade destes cuidados com os pets.
— Não existem leis para isto. A gente recomenda que os animais sejam carregados dentro de uma caixa apropriada. Eles são imprevisíveis. Podem pular do carro, caso a janela esteja aberta, ou atrapalhar o motorista — explica o assessor da gerência de fiscalização da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Daniel Denardi.
Os únicos artigos que tratam do transporte de animais no Código de Trânsito Brasileiro proíbem apenas que os motoristas carreguem pets no colo ou na parte externa do veículo — como em caçambas de camionete, por exemplo. No primeiro caso, a multa aplicada é de R$ 85,13, além de quatro pontos na carteira de habilitação. No segundo, o condutor tem de pagar R$ 127,69 e recebe cinco pontos no documento.
No mercado pet, o equipamento mais básico e barato é o cinto de segurança, que deve ser preso à coleira ou peiteira do animal e fixado no próprio engate entre os bancos do carro. O acessório, o mesmo utilizado por Mike no acidente do final de semana, custa de R$ 30 a R$ 45, em média.
— Se o animal estiver solto dentro do carro numa frenagem, pode ser lançado para fora e vir a óbito. Dentro do veículo, pode sofrer fraturas e cortes com o impacto— salienta a veterinária Carine Deresi.
Há outros acessórios que também podem auxiliar na segurança do pet na hora do transporte. As opções variam entre caixas e até bolsas protetoras que se parecem com cadeirinhas de bebê — as duas têm de ser presas ao banco com o cinto do carro. Na hora da compra, vale levar em consideração o tamanho do animal de estimação.
— Para os gatos, que se agitam com mais facilidade e entram em baixo dos bancos, é recomendado que sejam presos nas caixas transportadoras — afirma Marione Pinheiro, empresária e sócia da petshop Mundo Animal.
Veja as opções mais utilizadas:
Raças de grande porte: As caixas transportadoras são ideais para os donos que têm camionetes e cães grandes _ labrador, dálmata e boxer, por exemplo. Como os animais não podem ser transportados soltos na caçamba, a caixa garante a segurança deles. Preço: de R$ 500 a R$ 1 mil.
Raças de médio e pequeno porte: Para os cães que não resistem às janelas dos carros, as bolsas protetoras são uma boa alternativa. Ajustadas à altura do vidro, permite que os pets fiquem mais à vontade, mas continuem seguros. Preço: de R$ 160 a R$ 230.
Todos os tamanhos Cintos de segurança também protegem os cães de todos os tamanhos. Preço: entre R$ 30 e R$ 45.
Gatos Para gatos, é recomendado o uso de caixas de transporte pequenas. Preço: de R$ 160 a R$ 300
O que a legislação diz:
— Não há leis sobre equipamentos de segurança no transporte de animais de estimação dentro do carro.
— O Código de Trânsito Brasileiro proíbe apenas que o motorista carregue o pet no colo (multa de R$ 85,13 e quatro pontos na habilitação).
— Também não é permitido transportar animais em caçambas de camionetes (multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira)

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Centro de Prevenção e Recuperação de Animais Domésticos é inaugurado em Blumenau

Centro vai atender apenas cães e gatos de rua

Centro de Prevenção e Recuperação de Animais Domésticos é inaugurado em Blumenau Gilmar de Souza/Agencia RBS
Foto: Gilmar de Souza / Agencia RBS
Depois de oito anos em construção, o atual Centro de Prevenção e Recuperação de Animais Domésticos (Cepread) foi inaugurado na manhã desta quarta-feira em Blumenau. Antes de ser nomeado como Cepread, a estrutura já foi chamada de abrigo municipal de animais e Centro de Zoonoses.  

Localizado na rua Curt Klein, uma transversal da rua Dr. Pedro Zimmermann, na Itoupava Central, o centro de prevenção vai trabalhar apenas com animais de rua e não deve ser visto como um abrigo, mas como uma casa de passagem, onde o animal chega doente ou machucado e sai em perfeitas condições para ser adotado. 

Nove profissionais vão trabalhar na estrutura que tem 392 metros quadrados de área construída em um espaço de 1,8 metro quadrados. Serão três médicos veterinários, três estagiários, dois motoristas e um auxiliar administrativo. Todos os animais atendidos pelo Cepread serão castrados, vermifugados, vacinados e microchipados gratuitamente.  

(Foto: Gilmar de Souza/ Agência RBS)

Tire suas dúvidas !
Meu cachorro foi atropelado. Posso levar ele no Cepread? - Não. O Cepread é voltado para o atendimento de animais de rua, ou seja, sem dono. 

Vi um cachorro ou gato atropelado. Como agir? - Não mexa no animal ferido. Mover o cachorro ou gato pode machucá-lo ainda mais e, não se sabe como o bicho vai reagir. É comum que o animal ferido fique agressivo, é preciso tomar cuidado. A orientação é ligar para a ouvidoria da Secretaria Municipal de Saúde, pelo telefone 3381-7770. Após o contato, os agentes se dirigem até o local, prestam atendimento ao animal ferido e encaminham ele ao Cepread. Lá além de ser tratado, o cachorro ou gato também será castrado, vermifugado, vacinados e micro chipado. Após a recuperação, o animal fica disponível para adoção. 

Não quero mais meu animal de estimação. Posso deixá-lo no Cepread? - Definitivamente, não. O centro não será um abrigo de cães e gatos, mas sim um local que busca a prevenção e recuperação de animais de rua 

>> Entenda o caso 

2006 
- Outubro
: projeto do Centro de Zoonoses é encaminhado ao Ministério da Saúde e a previsão é de que a obra comece em 2007. 

2007 - Julho: por conta do atraso do repasse de verba federal e da entrega de documentos, o início das obras fica para dezembro. 
- Outubro: o projeto havia sido encaminhado em 2006 para o Ministério da Saúde, que solicitou mais informações ao município e obras não começaram. 

2008- Junho: a Vigilância em Saúde de Blumenau espera dar início aos trabalhos do centro no começo de 2009. 

2009 - Como o dinheiro não está liberado, prefeitura descarta verba federal. 

2010 
- Agosto
: projeto do Centro de Zoonoses é adequado para o atendimento exclusivo de cães. 

2011 
- Junho
: começa a obra do Centro de Zoonoses na Itoupava Central com recursos da prefeitura. 
- Novembro: a obra é paralisada por problemas técnicos. 

2012 - Outubro: a obra está parada há mais de um ano por falta de alvará de construção, já que a rua onde está sendo erguida estava irregular. 

2013 - Novembro: município quer incluir no orçamento da Diretoria de Bem-Estar Animal R$ 350 mil para 2014 para conclusão da obra. 
- Dezembro: a Câmara de Vereadores aprova a destinação de recursos para obras. 

2014 - Fevereiro: as obras recomeçam nos fundamentos dos três edifícios do Abrigo Municipal de Animais, que vai atender gatos e cachorros.
- Abril: As obras do então Abrigo Municipal de Animais se concentram na colocação de telhas e deve começar a funcionar em junho.
Fonte: JORNAL DE SANTA CATARINA